Metafísca: esoterismo

A aparência do Apostólo Paulo

Sobre a aparência de Paulo, o apostólo, confirmo que os quadros pintados por Rembrandt**** ((Rembrandt Harmenszoon van Rijn)) pintor europeu- Leiden, 15 de julho de 1606 – Amsterdã, 4 de outubro de 1669 são fiéis à realidade daquele homem santo.

Alguns dizem que Paulo era manco e cego de um olho – sobre isto, tenho algo a dizer, segundo as imagens que emergem na minha consciência.

Quando Paulo deixou Jerusalém a caminho de Damasco, ele e os que o acompanhavam sofreram uma emboscada arquitetada pelos judeus no intuito de matá-lo. Após uma luta feroz com os assassinos, Paulo por milagre conseguiu sobreviver àquela perigosa investida.

Alguns que o aguardavam, de longe assistiram o famoso grande mestre chegar à cidade, todos tomaram conhecimento do ocorrido e ficaram maravilhados com as habilidades daquele messias. Ferido, ele subiu as escadas do palácio, mancando, arrastando uma perna e com cicatrizes no rosto, por causa daquela feroz luta com os assassinos enviados pelos judeus. Por esta cena, o santo foi retratado por alguns, como manco e cego de um olho; contudo, algumas semanas após, Paulo se recuperou dos ferimentos e machucados, continuando seu trabalho de escrever sobre o destino da humanidade.

Paulo na época estava sendo difamado por causa da morte de um cristão sujo. Ele tinha como função identificar os cristãos para os judeus, mas caiu numa cilada armada pelos essênios, cometendo grave erro contra seus próprios princípios de condenar o farsante em nome dos judeus. A culpa da morte do cretino caiu sobre Paulo, um romano valoroso de grande honra e defensor da paz.

O maior erro de Paulo foi ser um homem impecavelmente honrado, além de ser um defensor da justiça social e da consciência ampla. O altruísmo foi sua ruína.


A história de Saulo, Jesus e João

Assim eu vi, porque me foi mostrado por aquele Altíssimo que é chamado de Senhor:

Aproximadamente 150 anos antes do nascimento de Cristo, viveu um grupamento humano peculiar, semelhante a este que se encontra atualmente na nossa Era.

Também naquela data, os judeus estavam em pavorosa procura daquele que fora enviado para destruir o mundo. Eles identificaram três pessoas como possíveis messias, a primeira, de grande destaque, foi um jovem romano, cidadão nobre (digo nobre porque sua família gozava de privilégios estatais). Após peregrinar pelo mundo em busca de iluminação, ele iniciou mais tarde no judaísmo com o ****nome de Saulo (Saulo de Tarso). Seu nome era Saulo por causa do primeiro rei de Israel, Saul da tribo de Benjamim.

Saulo fora o primeiro identificado com a marca do messias, fato confirmado por todos os sábios romanos e outros da época. O segundo era aquele que ficou conhecido pelo nome de Jesus. Bem mais jovem que Saulo, Jesus era ambicioso e astucioso, assim como era os seus pares essênios. O terceiro candidato a messias fracassou, e não será descrito neste artigo.

Após Saulo cair em desonra e desgraça, por ter caído na armadilha dos essênios, os judeus o traíram e lançaram para fora da comunidade, ele aparentemente não oferecia mais perigo naquela circunstância. Saulo se converteu a Nova Religião mudando seu nome para Paulo, nome que foi considerado por uns inicialmente como inferior e desonroso.

No cristianismo, sob orientação do próprio Cristo (o deus), quando este lhe apareceu numa visão, procurou pelo sábio Ananias, que foi seu principal professor após a conversão. Ele esteve apenas algumas semanas com este grande mestre que o instruiu sobre o Plano Cristão. Ananias é o autor do Livro de Apocalipse da Bíblia Cristã, neste livro ele figura sob pseudônimo de João.

Uma curiosidade sobre esse mestre era que ele gozava de livre trânsito nas altas esferas judaicas, era altamente respeitado, consultado e admirado pelos rabinos que naquela época eram homens iluminados. Inexplicavelmente, Ananias conseguia viver uma vida dupla, transitando como grande embuste nas sinagogas e servindo como um dos arquitetos do Plano para derrubar o deus Jeová.

Após Jeová e os judeus destruírem Saulo, a próxima vítima foi Jesus. Ele era considerado um homem perigoso e subversivo, judeu de nascimento, porém sua ascendência era duvidosa.

Jesus foi assassinado e martirizado, porém ao contrário de Paulo que era solitário, Jesus era produto do marketing dos arquitetos da nova religião, que iriam trabalhar em todas as esferas até atingir seus objetivos. Após a morte de Jesus, Jeová percebeu o grande erro que cometera quando descobriu os detalhes do Plano para derrotá-lo. Ele tentou trazer Paulo de volta a comunidade, mas já era tarde.

Jesus não era uma grande alma como Saulo, nem iluminado como seus mestres, mas era visto como uma grande promessa para o futuro.

O Apostólo Paulo além das famosas epistolas (cartas) da Bíblia, escreveu anonimamente também outros livros sagrados. Deus o repreendeu pela publicação anônima, mas Paulo rejeitou assumir a autoria porque atribuía a autoria ao próprio Deus que o inspirou.

Em certos apócrifos egípcios, eles descrevem Jesus como inimigo de Paulo. Ambos são tratados como discípulos de Lúcifer. Alguns destes escritos descrevem Cristo e Lúcifer como a mesma entidade.


O ano do Dragão Lunar 2012

A primeira lunação no oriente marca o início do ano no calendário lunar, num ciclo de 60 anos, onde os signos alternam suas regências sucessivamente. 2011 foi o ano do Coelho e 2013 será o ano da serpente.

Ano do Dragão no calendário lunar

O ano do dragão é considerado um dos anos mais auspiciosos para os povos orientais, especialmente porque o Dragão para eles é a mesma experiência psicológica que os ocidentais chamam de graça do Espírito Santo de Deus.

Ano do Dragão na teosofia mística

Visto de diversas formas tais como: a energia na coluna, serpente do éden, serpente tenebrosa, a Besta, fluído astral, Lúcifer… e seja como for a forma antropomórfica deste dragão, tão bem retratado na literatura e sétima arte, é fato que, quando ele vem para o bem, faz bem demais e quando vem para o mal… faz um estrago necessário.

Que este ano do dragão de 2012 que se inicia na segunda-feira às 5 horas e 39 minutos no fuso de Brasília, seja um ano transformador da consciência das pessoas, pois o Grande Dragão já está entre nós dando seus sinais.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=S-017vRXw5A

Leia também:

Astrologia Lunar

Entenda o grande ano do dragão chinês 2012

Horóscopo chinês


Viver de Luz! Padecer na cruz

Viver de Luz é viver de éter, a energia que preenche o mundo. Todas as criaturas deste mundo vivem por que se alimenta desta Luz que vem do Sol. Contudo, atualmente o termo vivendo de Luz significa – viver sem comer nenhum tipo de alimento.

Um caso curioso, do tipo que não consta na história e sem testemunhas, aconteceu nos Estados Unidos no final da década de 60.

Em Los Angeles, Califónia, vivia um certo homem. Após alguns acontecimentos, decepciou mais ainda com a vida, com sua família e com a humanidade.

Tendo idade bastante avançada, o centenário, decidiu por si, por fim a vida de forma pacífica e não-violenta, suspendendo a alimentação de seu velho corpo para que sua cansada mente ficasse livre.

Aquele centanário santo, após mais de um trimestre sem comer e nem beber nada, viu-se num dilema – a vida não abandonava o  velho corpo.


Como escolher o nome para o bebê

O nome apropriado é fundamental para uma vida feliz e de sucesso neste mundo; por isto, os pais cada vez mais têm se preocupado com a escolha de nomes adequados para seus filhos e filhas. O nome implica na sintonia da pessoa em vários setores da vida, isto se aplica para o destino (dharma),  para seu posicionamento frente aos desafios propostos pela vida, bem como para a pessoa se situar etc.

Uma dúvida frequente é a origem do nome. Alguns optam pelas origens nas raízes genéticas, opção inútil para o caso específico se a pessoa for de família brasileira; outros procuram sintonizar com a religião e crenças dos pais etc.

Por exemplo, pessoas espíritas preferem escolher nome de anjos para seus filhos, ainda que tais pessoas não tenham qualquer base teológica ou teosófica para isto, os pais com interesses nas culturas orientais optam por nomes com origens na cultura específica, geralmente reproduzem os nomes dos heróis, vultos e santos, outros preferem nomes indígenas, mas pouco preferem nomes africanos, talvez pela completa ignorância das línguas e dialetos africanos, ou simplesmente por acharem os nomes feios.

Para pessoas nascidas nas américas os melhores nomes são com raízes no latim ou no grego, respectivamente nesta ordem de importância. Os nomes judaicos são os piores nomes que se pode dar a alguém no ocidente.

O mesmo vale para os nomes sânscritos de batismo: apesar de esta língua ser sagrada, são inadequados para os ocidentais, salvo nos sannyas e dikshas que põem a pessoa em sintonia com as comunidades espirituais daqueles povos.

Via de regra, para efeito de conhecimento, os nomes hebraicos geralmente terminam em EL, por que este é um nome de deus. Os nomes terminados em ON são geralmente da teogonia Grega, os com terminação AL são de origem árabe e aqueles com terminação US são do latim.

Quando a alma precisa sintonizar com dois mundos, a melhor opção seria construir um nome composto por dois idiomas, misturando a energia da cultura antiga de sua vida passada em que ela ainda está em sintonia e a atual vida moderna, desta maneira construindo com metade Latim e metade Árabe, ou metade grego e metade Latim.

Também são muito poderosos os nomes sintéticos, metade Caldeu e a outra metade do Grego ou do Latim. Nomes hebraicos trazem má  sorte e infelicidade para os ocidentais, isto por razões de sintonia, por isto devem ser evitados a todo custo.

O latim está fortemente presente nas línguas do arco românico, mas está mais presente no português brasileiro e no romeno que as demais línguas românicas (francês, italiano, português de portugal etc.)

A ciência do verbo é a ciência divina da palavra, no livro bíblico de João (autor pseudônimo) está escrito – “no princípio era o verbo, e o verbo era deus“. Porque toda palavra, o nome próprio, é uma evocação, um chamamento à fagulha do deus interno que está presente em todas as coisas que há. Invocar é chamar e para invocar é preciso conhecer o nome do que ou quem se invoca.

O nome é também um mantra, um apoio energético da personalidade que afirma ou nega alguma coisa. Por exemplo o sobrenome NONATO muito comum no norte do nordeste brasileiro, é um sobrenome que afirma o mundo espiritual e nega o mundo material de origem latina que significa NÃO NATO, NÃO NASCIDO, já o nome Vivaldi, de mesma origem, afirma a vida e as alegrias sensoriais e outros nomes como Deusdete, construído inteligentemente para afirmar a frase DEUS DARÁ A TI .

A construção inteligente dos nomes é muito antiga: veja a cidade onde nasceu o Cristo (eu disse Cristo e não jesus), esta cidade é mitológica, nunca existiu, a passagem do livro narra a evolução da alma humana. A cidade chamava BEL-EM, uma junção de duas palavras em caldeu e aramaico que significa TORRE DE FOGO, pois o Cristo interno nasce na consciência da pessoa quando a energia sobe pela coluna vertebral em forma de uma grande Torre de Fogo, então a pessoa conhece a Estrela de Belém, ou seja, o Amor Universal ou Consciência Cósmica que é a iluminação espiritual.

O nome é uma nota chave que liga o mundo espiritual ao mundo material. Chamar uma pessoa pelo nome é trazer sua atenção para si. Pronunciar o nome de uma pessoa é tirá-la do seu estado interior e trazê-la para sua esfera pessoal.

Certa vez subi ao céus e um deus me disse em segredo: – “Este encontro está guardado envolto de grande mistério. Tudo que quiseres perguntar sobre alguém, diga apenas a palavra *, de outro modo, o mistério deste encontro será revelado“.

Os nomes verdadeiros das entidades são segredo das famílias ou raios espirituais das entidades e ou grupos. Quando alguém de fora da sociedade a que pertence aquela entidade, geralmente é feito o chamamento pela função, característica, apelido ou outra forma como ela é conhecida. Ao invocar, por exemplo, o anjo Gabriel, não se trata de uma entidade, mas uma representação da sociedade espiritual apelidada de gabriel.

Geralmente os anjos são representações das comunidades ou sociedades a que eles pertencem, seus nomes verdadeiros são conhecidos somente pelos membros de sua sociedade, ou por seres que habitam os mundo superiores aos seus.


A virtude dos nomes próprios

Os nomes próprios estão presente em tudo que se conhece ou que é produzido pelo homem. Se a indústria inventa um aparelho ali tem seu nome, se funda uma empresa dois nomes são lhe conferido, o nome de registro e o nome fantasia que é o nome público.

Se o egrégio elege um papa, seu nome civil de batismo é substituído pelo novo nome de Missão e trabalho. Quando a pessoa muda de frequência vibratória na vida ou quando muda o curso de sua vida um novo nome precisa ser lhe conferido. Se Deus fala com alguém, ele rebatiza a pessoa com um novo nome.

A exemplo das coisas comuns, os bancos possuem um nome e um símbolo, os veículos levam em si a marca da empresa frabricante mais o nome do modelo, os perfumes tem um nome, os países e estados possuem um nome, os grupamentos humanos também tem um nome.

As comidas, os brinquedos, os livros, os utensílios… tudo que há tem um nome, alguns muito singnificativos e fortemente dotado de personalidade, outros apenas adquirem um simples nome de chamamento. Tudo isto para mostrar que o nome próprio está presente em tudo porque ele é a referência da conexão entre as entidades e além da visão comum dos mundos.

Cornélius Agrippa escreveu vários capítulos em seu livro A Ciência Oculta (Quatro Livros de Filosofia Oculta) sobre as virtudes dos nomes e seus mistérios.

Se algo tem um nome, então ele tem uma VIDA. As coisas animadas e inanimadas carrega em si um princípio de vida mais ou menos organizada. Tudo que é criado pelo homem, ou que já está formado pela vontade da Natureza tem vida inteligente ou rudimentar, o nome confere personalidade grupal ou individual conforme o caso.

Nos países de culturas antigas as coisas tem nome próprio individualizado, os carros além dos nomes originais da frábrica, recebe um nome pessoal de batismo. Eu também dou nome as coisa que uso, por exemplo minha bicicleta chama-se Samadhi e o meu carro tem nome de Devadatta, porque foi por estas vias que eu o adquirir.

O caso das pessoas  e animais domésticos são mais especiais. Os nomes são fortemente arraigados em contexos psicossomáticos. Ao contrário dos anjos, que são individualizados por um nome próprio de sua colônia celestial e geralmente não se conhece o verdadeiro nome dos indivíduos. Quando se chama por Miguel, Gabriel etc a pessoa chama pela colônia ou sociedade inteira de anjos que compõe aquela classe de seres, a sociedade angélica envia uma representação com todas as própriedades em miniatura daquela assembléia para comungar com a pessoa que o evoca.

A sociedade de consumo, decadente e imoral, deconhece a magia da vida. Todas as coisas tratadas como descartáveis, porque as pessoas agem como se elas mesmas fossem descartáveis, no fundo tais pessoas em algum momento serão descartadas da humanidade.

Quando se conhece a grande magia da existência que é a vida, as coisas são vistas por um foco particularmente especial, forçando a Natureza se revelar na consciência. A Natureza é a inteligência que gere todos os eventos, fatos e tudo que se realiza na vida.


O que é Reencarnação

A palavra reencarnação deriva de reencarnar,  que significa voltar de novo a carne. Encarnar é a ação de vestir de carne, reencarnar é encarnar novamente, indica uma ação repetida que ocorreu precedentemente.

A reencarnação é um processo que inicia no mundo das virtudes e termina no mundo químico – o natural. Antes da matéria carnal, a alma passa pelo densificação da matéria astral e etérica, só então num ventre materno, a alma recebe a estrutura material que se constrói a partir das linhas magnéticas traçadas pelo arquétipo humano.

Em qualquer mundo que se vai, a alma humana precisa se revestir da matéria básica que compõe aquele mundo. Mesmo nos mundos internos, a alma se veste de energia na vibração daqueles mundos. Em qualquer mundo que se vá é preciso aparelhar a alma para que ela funcione adequadamente naquele mundo.

Os mundos espirituais são feito de ilusão, os céus são feito de ilusão de felicidade e prazer, os infernos construídos de ilusão de dor e sofrimento.

Os antigos caldeus atribuiam ao processo de reencarnação uma jornada da alma através das esferas planetárias, seu trajeto desenhava uma estrela heptanária que se inicia em Saturno e termina na esfera Lunar. Então a estrutura psicológica estava pronta para receber a energia sideral no nascimento.

Esta ordem planetária também a continha o significado para todo sentido da vida, bem como era a chave para compreender o destino da pessoa. Nos mistérios astrosóficos o mapa da concepção encerra todo mistério genético e o destino fixo da pessoa, já o mapa de nascimento encerra o destino efêmero sujeito as condições de cultura e local.


A outra face de Paulo

Paulo, cidadão romano de nascimento, convertido ao judaísmo, como era constume a todo romano da elite de sua época… desde criança rejeitara o messianismo que seus mestres profetizaram. Puro e casto, santo por natureza, ensinou a

verdade da Luz mais profunda, conforme fora orientada por Deus.

Após morrer, cometeu o único pecado de sua existência, permitiu conscientemente que Jesus e seus seguidores, adulterassem seus escritos. Condenando a humanidade a viver nas trevas. Seus escritos baseados, nas experiências dos budas anteriores e presente de Deus para humanidade, eram a salvação do Mundo.

Por cometer tal pecado, contra seus mestres e contra seu Deus, ele fora condenado a viver junto com a humanidade tudo que ela sofresse.

Nasceu de novo e de novo muitas vezes, converteu-se na religião de Jesus e peregrinou por 2000 mil anos amaldicioado a obedecer a doutrina de Jesus.

Ainda bem que a maldição acabou agora, a verdade virá à luz. A doutrina do Amor e da Pureza será restabelecida, a doutrina pervertida será exterminada desta vez definitivamente e quando o mal deixar a terra, o mundo conhecerá a Paz e Bem-Aventurança.